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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O TEMPO NÃO PÁRA

Foto: Valter e Beth (irmã), década dos anos 70



Prof. Dr. Valter Machado da Fonseca
Vejam só, meus amigos e amigas! Nesta foto eu estudava em Ouro Preto, fazia o curso técnico em Mineração na Escola Técnica Federal de Ouro Preto (ETFOP). Esta mocinha que está comigo é minha irmã Elizabeth (a minha querida Beth). A gente dançava a valsa dos 15 anos dela. Notem que eu nem tinha barba e usava os cabelos longos, característicos da época e herança do movimento Hippie.
É meus caros amigos! Como muito bem disse o Cazuza, “o tempo não pára”, porém os registros nos trazem recordações fantásticas e saudades gostosas como esta. Saudades daquele tempo! Beth, querida irmã, obrigado pelo envio da foto e por me proporcionar esta formidável viagem no tempo.

domingo, 14 de janeiro de 2018

DE VOLTA PRO MEU ACONCHEGO

Paisagens de minha morada (2018)

Paisagens de minha morada (2018)

Paisagens de minha morada (2018)

Paisagens de minha morada (2018)

Paisagens de minha morada (2018)



Prof. Valter Machado Fonseca
É muito bom regressar ao nosso aconchego do lar! Do lugar onde construímos nossos sonhos, utopias e esperanças. É delicioso o retorno ao local que é parte de nossa identidade. Viçosa é parte de minha identidade e este “lugarzinho” onde moramos (eu e Carmen) parece um pedacinho de um mundo do “faz de conta”.
 Por isso, estou extremamente feliz por estar de volta a Viçosa e, especialmente ao cantinho ao qual me recolho para tecer os retalhos da vida e de minha identidade. Reparto com vocês, meus amigos e amigas, algumas fotos deste lugarzinho muito gostoso no qual moramos.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

LIVRO PUBLICAÇÃO 2018

Foto: Prof. Valter Machado da Fonseca (2017)


Prof. Dr. Valter Machado Fonseca
A conjuntura política e econômica, que marca os tempos neoliberais que perpassam o momento histórico atual, apresenta elementos, fatores e aspectos aterradores que atingem a totalidade dos povos marginalizados e a classe trabalhadora em nível planetário.
A força destrutiva do capital, em consonância com as demandas neoliberais em todo o globo, percebeu o ponto crucial e nevrálgico para a destruição de todas as parcas conquistas das camadas mais carentes da população mundial, ou seja, a destruição do social em seus aspectos mais intrínsecos e, isto passa necessariamente pela quebra da unidade da classe trabalhadora, pela sua micro-fragmentação, pelo desmonte do sentido de pertencimento de classe dos explorados.
E para desmontar efetivamente a classe trabalhadora, o capital percebeu que deve agir e deslocar seu potencial destrutivo, próprio dos tempos de barbárie, para as mentes dos explorados, o que significa dizer a destruição da consciência humana histórica e socialmente construída nas experiências empíricas da luta de classes. A destruição da consciência humana passa, necessariamente pelo aumento infinitamente exponencial do processo de alienação do trabalho humano regido pela ganância da mais-valia capitalista. Agindo nesta direção, o capital elimina quaisquer formas de enfrentamento da classe oprimida em busca de sua autonomia.
É com base nestas reflexões que pretendo publicar uma obra que vai necessitar de um exercício intelectual árduo, profundo e de fôlego. Este livro é a principal tarefa que pretendo concluir neste próximo ano de 2018. Tal obra terá por espinha dorsal os estudos de Karl Marx, Ístvan Mészáros e Ricardo Antunes e terá como título “ALIENAÇÃO, AUTONOMIA, CONSCIÊNCIA DE CLASSE E TRABALHO DOCENTE”. Portanto, meus caros amigos e amigas o lançamento desta obra que vai demandar a recusa das leituras de superfície e a busca constante da ação de “escavar a realidade”, com vistas a elucidar a crueldade e a acidez desta conjuntura própria da autofagia do capital em tempos neoliberais, será de grande valia para a compreensão do conjunto das ofensivas do capital sobre os trabalhadores, em especial nos tempos pelos quais passamos.
Tenham ótimas festas de final de ano, mesmo apesar das adversidades conjunturais dos tempos presentes.
Um abraço a todos (as)!

sábado, 16 de dezembro de 2017

UM BALANÇO PARCIAL DO NUPEADE 2017

Foto: 3º Encontro NUPEADE (2017)



Prof. Dr. Valter Machado da Fonseca
Meus (minhas) queridos (as) colegas do Núcleo de Pesquisas Educação e Artes em Diferentes Espaços (NUPEADE)!
Eu gostaria de realizar um singelo balanço informal de nossas atividades, enquanto coletivo, neste breve tempo de atuações conjuntas. Na primeira reunião, nas memorias da Profª. Carmen ela listou uma série de metas que nós, enquanto grupo, iríamos perseguir. Dentre elas foi realçada uma meta em especial, que merece ser avaliada com a devida seriedade, ou seja, A CONSTRUÇÃO DE UM GRUPO DE REFERÊNCIAS E QUE TENHA A EXCELÊNCIA NA PESQUISA COMO OBJETIVO CENTRAL. Esta meta, à primeira vista, pode nos parecer ousada demais. Porém, não existe um coletivo sério em pesquisas se não tivermos em nosso horizonte a construção da excelência na pesquisa e, consequentemente na produção acadêmico/científica e, sobretudo, na divulgação desta produção.
Vários textos foram examinados e apresentados, conclamando, incitando e provocando o debate. O grupo teve a relevante lucidez de se esmerar na construção, embora ainda inicial e superficial, de uma referência de excelência na pesquisa científica. A temática central do grupo, “A Educação em Espaços Não Formais de Aprendizagem” vai à contramão de uma ciência que tenta a qualquer custo rebaixar e não legitimar os saberes extraclasse e, fundamentalmente os saberes populares.
Bem meus caros colegas! Parabenizo a todas em nome do coletivo de pesquisas sobre esta temática, até certo ponto marginal diante dos olhares de uma educação tecnicista e tradicional majoritária no cenário educacional, em especial no Brasil. No meu entendimento, várias alternativas de leitura forma desenvolvidas até chegarmos à conclusão que nossos estudos teriam que começar exatamente em busca da “episteme” do conhecimento oriundo das artes e, nesta direção, nada mais significativo do que nos recorrermos à produção acumulada acerca das artes, particularmente a “Filosofia da Arte”.
Para terminar, afirmo que vários desafios ainda hão de vir, vários obstáculos teremos que vencer, pois, navegamos contra a corrente hegemônica de uma escola formal e tradicional. Mais que formal, mais que tradicional; navegamos contra corrente de uma educação como mercadoria, com vistas a atender a uma lógica de mercado, uma educação como mera mercadoria que secundariza e marginaliza a cultura e os saberes populares. Mas, com certeza, colheremos bons frutos por intermédio de projetos de extensão, de pesquisa, de iniciação científica. Projetos de participação em eventos nacionais e internacionais (com apresentação de trabalhos do grupo e/ou oriundos dos debates e dos textos lidos e analisados no coletivo do NUPEADE). Por fim, tenho absoluta convicção que, num tempo bem próximo, estaremos realizando a síntese necessária de nossos estudos, sínteses que virão em artigos publicados pelo grupo e/ou por componentes do grupo em periódicos bem qualificados, como também no formato da produção de livros que divulguem nossas produções.
Estamos no caminho certo, em um período mais perto do que imaginamos, estaremos dando passos decisivos rumo ao reconhecimento e à excelência na pesquisa que perseguiremos à exaustão. Agradeço a todos (as) que acreditam no projeto em forma de uma conclamação: jamais deixemos morrer a esperança e a utopia que habitam nossa consciência. Desejo a todos (as) boas festas, bom descanso, de forma a oxigenar nossas energias e nosso potencial criativo para a continuidade do trabalho no próximo semestre. A todos (as) vocês o meu mais sincero muito obrigado!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

BANCA DE MESTRADO NA UFF EM NITERÓI (RJ)

Foto: Vistas do Campus UFF - Niterói (RJ), 2017

Foto: Vistas do Campus UFF - Niterói (RJ), 2017

Foto: Vistas do Campus UFF - Niterói (RJ), 2017

Foto: Vistas do Campus UFF - Niterói (RJ), 2017

Foto: Vista externa do Campus UFF - Niterói (RJ), 2017

Foto: Vista externa do Campus UFF - Niterói (RJ), 2017



Prof. Dr. Valter Machado Fonseca
Nesta quarta e quinta feiras (13 e 14 de dezembro de 7017) tive o prazer de participar de uma banca de qualificação de mestrado de um amigo no Instituto de Geociências, Departamento de Geografia da Universidade Federal Fluminense, em Niterói (RJ).
Foi uma atividade muito prazerosa, onde tivemos oportunidade de debater a construção de uma dissertação de mestrado que trata do tema “TERRITÓRIO, ONTOLOGIA E EDUCAÇÃO POPULAR: interpretações a partir da Articulação dos Cursinhos Populares da Zona da Mata Mineira”. É um debate muito importante tanto para a Geografia como para a Educação. Agradeço a UFF pela acolhida, aos professore da banca pelo riquíssimo debate de ideias e ao Juninho pelo convite e confiança.